Um quebra-cabeça elegante - Resenha crítica - Will Larson
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Um quebra-cabeça elegante - resenha crítica

Gestão & Liderança

Este microbook é uma resenha crítica da obra: 

Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.

ISBN: 978-1-7322651-8-9

Editora: 12min

Resenha crítica

Você já sentiu que a gestão de engenharia é um caos sem fim... onde você apenas apaga incêndios o dia todo? Muitos engenheiros brilhantes sobem para cargos de liderança e descobrem, da pior forma, que as ferramentas que usavam para debugar código não funcionam para debugar pessoas e processos. Will Larson, o autor deste microbook, passou por isso em empresas como Uber e Stripe. Ele percebeu que a gestão não precisa ser um mistério sombrio... mas sim um quebra-cabeça elegante, que você pode resolver com sistemas e lógica. Imagine que você está no comando de uma equipe que cresce rápido demais, como aconteceu no Uber, que saiu de duzentos para dois mil engenheiros em apenas dois anos. Sem um sistema, tudo desmorona. Larson mostra que gerir é criar estruturas que permitem que as pessoas façam o melhor trabalho possível... sem que você precise estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Este conteúdo vai ajudar você a enxergar a organização como um organismo vivo, onde cada ajuste em uma engrenagem reflete em todo o resto. O objetivo aqui é dar a você o mapa para navegar por crises de crescimento, dívidas técnicas acumuladas e a complexidade de lidar com diferentes carreiras. Se você busca parar de reagir aos problemas e começar a desenhar o futuro da sua engenharia... este é o ponto de partida. Vamos mergulhar na ideia de que gerir é, acima de tudo, projetar sistemas que funcionam sozinhos, permitindo que você foque no que realmente importa... a estratégia e o desenvolvimento das pessoas. Prepare a sua mente para abandonar a ideia de que um bom gestor é aquele que trabalha mais horas... e abrace a visão de que o melhor líder é aquele que constrói a melhor máquina.

A arte de estruturar equipes eficientes

Um dos maiores erros que se vê por aí é acreditar que qualquer grupo de pessoas juntas forma uma equipe funcional. Will Larson traz uma regra de ouro para o tamanho das equipes que você deveria aplicar agora... um gestor deve apoiar entre seis e oito engenheiros. Por que esse número? É o ponto ideal onde você consegue dar atenção individual, fazer coaching de verdade e ainda entender o que está acontecendo tecnicamente... sem ficar sobrecarregado. Se você tem dez ou doze pessoas abaixo de você, a qualidade do seu feedback cai e você vira apenas um despachante de tarefas. No Uber, durante o hipercrescimento, eles entenderam que manter essas proporções era o que evitava que a cultura fosse destruída. Quando a equipe é pequena demais, tipo três pessoas, ela fica frágil. Se alguém tira férias ou fica doente... o projeto para. Por isso, pense na sua organização como blocos de construção de seis a oito pessoas. Além disso, você precisa identificar em qual dos quatro estados a sua equipe está hoje. O primeiro estado é o de ficar para trás. Se o seu backlog só cresce e o time está sempre correndo atrás do prejuízo, a única saída real é contratar mais gente ou reduzir drasticamente o escopo. Não adianta pedir mais esforço... porque as pessoas vão queimar. O segundo estado é manter o ritmo. Aqui, vocês entregam o que é pedido, mas não sobra tempo para limpar a bagunça do código... a famosa dívida técnica. A solução aqui é limitar o trabalho em progresso. Foque em terminar o que começou antes de abrir novas frentes. O terceiro estado é o de pagar dívidas. É quando o time finalmente respira e começa a investir em ferramentas que tornam o trabalho mais rápido. E o último estágio é a inovação... onde a dívida técnica é baixa e o time foca em criar valor novo. Na sua próxima reunião de planejamento, tente identificar em qual desses estados vocês estão e ajuste a estratégia de acordo. Se estão ficando para trás... pare de prometer novas funcionalidades e foque em estabilizar a casa primeiro.

Ferramentas sistêmicas e a estratégia de longo Prazo

Gestão de engenharia não é sobre intuição... é sobre pensamento sistêmico. Larson sugere que você olhe para a sua organização usando o conceito de estoques e fluxos. Imagine que a produtividade do seu time é um estoque. O que alimenta esse estoque? Treinamento, boas ferramentas e clareza de objetivos. O que drena esse estoque? Burocracia excessiva, reuniões inúteis e dívida técnica. Se você quer aumentar a produtividade, não foque apenas em trabalhar mais... foque em diminuir o que drena o fluxo. A Stripe fez isso de forma brilhante ao criar documentos de estratégia que não eram apenas sonhos bonitos, mas planos de ação com diagnósticos claros. Uma boa estratégia precisa de três coisas... um diagnóstico do desafio atual, uma política para lidar com ele e ações específicas. Se você não tem isso... você só tem uma lista de desejos. Outro ponto vital são as métricas. Muita gente usa métricas para punir, mas o jeito certo de usá-las é como um termômetro para o sistema. Larson defende as métricas de contrapartida. Por exemplo, se você mede a velocidade de entrega, deve medir também a taxa de bugs. Se você focar só na velocidade, o time vai entregar rápido... mas com baixa qualidade. Ao equilibrar as duas, você garante um crescimento sustentável. Sobre migrações técnicas, que costumam ser o pesadelo de todo gestor... a dica é nunca começar algo grande sem antes desriscar o processo. Faça um teste pequeno em um canto do sistema, aprenda com os erros e só depois tente convencer o resto da empresa. Hoje ainda, analise qual é o principal gargalo que drena a energia da sua equipe e pense em uma métrica simples para monitorar isso durante a próxima semana. Use essa visão de sistemas para parar de lutar contra os sintomas... e começar a tratar as causas reais dos problemas organizacionais.

Cultura de colaboração e crescimento de carreira

A cultura de uma empresa não é o que está escrito na parede... mas o que você recompensa e o que você tolera. Larson fala sobre o conceito de Primeira Equipe. Isso significa que, como gestor, sua equipe principal não são as pessoas que você lidera, mas sim os seus pares... os outros gestores. Se todos os gestores trabalharem como um time unido, os problemas de comunicação entre departamentos desaparecem. Se cada um puxar para o seu lado... a empresa vira um campo de batalha. Outro ponto crucial é matar seus heróis. Sabe aquele desenvolvedor que trabalha quinze horas por dia para salvar o sistema que caiu? Ele é um sintoma de um sistema doente. Recompensar o trabalho heróico incentiva as pessoas a ignorarem as falhas sistêmicas que causaram o problema. Na Stripe, o foco era premiar quem criava sistemas que evitavam que o problema acontecesse em primeiro lugar. Para as carreiras, você precisa de clareza. Use as escadas de carreira para mostrar exatamente o que se espera de cada nível. Isso tira a subjetividade e a sensação de injustiça. O processo de entrevista também deve ser humano e gentil. Lembre que o candidato está avaliando você tanto quanto você avalia ele. No Uber, eles aprenderam que ter requisitos claros e acordados por todos os entrevistadores antes da conversa começar... evitava vieses e contratações ruins. Sobre inclusão, não trate como um bônus, mas como parte do design do sistema. Dê acesso igualitário a projetos importantes. Não escolha sempre as mesmas pessoas por conveniência. Teste essa abordagem nas próximas vinte e quatro horas... em vez de elogiar alguém pelo esforço extra para resolver um problema, pergunte o que podemos mudar no sistema para que esse problema nunca mais ocorra. Isso muda a mentalidade do time de sobrevivência para excelência sistêmica... e cria um ambiente onde todos podem crescer de forma saudável e previsível.

Notas Finais

Will Larson utiliza sua experiência em gigantes da tecnologia para transformar a gestão de engenharia em uma disciplina lógica e aplicável. Este microbook reforça que a solução para problemas complexos de escala não está no esforço individual... mas no design cuidadoso das organizações, das ferramentas e da cultura. Ao tratar a liderança como um sistema de pesos e contrapesos, você ganha a liberdade de focar no futuro em vez de apenas sobreviver ao presente. Aplique os conceitos de dimensionamento de equipe e pensamento sistêmico para criar uma engenharia de classe mundial... que se sustenta sozinha.

Dica do 12min!

Se você gostou da abordagem sistêmica de Will Larson, confira o microbook High Output Management, de Andrew Grove. Ele é considerado a bíblia da gestão moderna e complementa perfeitamente as ideias de Larson... focando em como aumentar a produção de qualquer organização através de princípios administrativos sólidos.

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